O sistema de gerenciamento integral do transporte coletivo.
Demanda, bilhetagem, subsídio, planilha tarifária, frota e a documentação inteira do contrato — organizados em um só lugar e publicados em um portal de transparência que o cidadão entende e o órgão de controle aceita. Desenvolvido pela equipe da ODN, implantado junto ao poder concedente e ao operador, sempre de forma customizada, sobre uma base já testada e plenamente validada em operação real.
O dado do transporte existe. Ele só não vira decisão.
- A informação está viva, mas espalhada. A bilhetagem sabe quantas pessoas passaram na catraca. A planilha tarifária sabe o custo. O contrato sabe o que foi prometido. Só que cada um mora em um lugar, num formato diferente, com uma pessoa diferente — e ninguém consegue cruzar os três a tempo de decidir.
- Concedente e operador discutem com planilhas diferentes. É a origem da maior parte dos conflitos de contrato de transporte. Antes de discordar do número, as partes discordam de qual número é o número.
- O subsídio virou estrutura e continua sendo tratado como exceção. Compensação e projeção são calculadas mês a mês, mas raramente ficam registradas de forma auditável e comparável ao longo do tempo.
- A transparência é tratada como obrigação de publicar PDF. Publicar um arquivo não é dar transparência. Dado que não pode ser lido, filtrado e comparado não informa o cidadão nem protege o gestor.
- Quando chega a hora de sustentar um pleito, o histórico não existe. Reequilíbrio se defende com série histórica organizada. Reconstruir três anos de dado disperso sob pressão é caro, lento e frágil.
O que o MOBIVIEW coloca na tela.
Quatro das visões do sistema. A estrutura é a que está em operação; os números não são.
Dados fictícios. Todas as telas abaixo foram construídas com informação inteiramente inventada, de um "Município Modelo" que não existe. Nenhum número, nome de linha, valor de tarifa ou documento aqui pertence a cliente real. O objetivo é mostrar a funcionalidade sem expor a operação de ninguém.
A leitura que interessa não é o total: é o desenho da semana. A queda de domingo, a recuperação de segunda e o pico de sexta são a assinatura do sistema — e é a partir dela que se discute dimensionamento de frota, quadro de horários e custo por viagem.
Esta é a tela que mais pesa numa negociação. Ela mostra quanto do sistema é receita e quanto é política pública — gratuidade, meia-passagem, integração. Sem essa quebra, discutir subsídio ou reequilíbrio é discutir no escuro.
Linha a linha, com terminais destacados. É o insumo direto para racionalização de rede: onde há sobreposição, onde a demanda não sustenta o intervalo praticado e onde cortar viagem vai gerar reclamação antes de gerar economia.
- Decreto de tarifa técnica vigente
- Decretos anteriores histórico
- Leis municipais do sistema 12
- Compensação mensal 24 meses
- Projeção mensal 24 meses
- Série comparável auditável
- Contrato de concessão íntegra
- Termos aditivos todos
- Metodologia de cálculo tarifário
- Planilha de custos xlsx
- Relatório mensal pdf
- Composição de custo aberta
- Faturamento mensal por competência
- Conciliação com repasse sim
- Aferição de consumo frota
- Estudos de demanda periódicos
- Dados abertos GTFS
Esta é a camada que separa um painel bonito de um instrumento de defesa do contrato. Contrato, aditivos, metodologia de cálculo, planilhas, notas fiscais e memórias de subsídio ficam versionados, datados e publicados — de modo que a série histórica exista antes de alguém precisar dela.
Seis módulos, uma base de dados só.
Os módulos são implantados conforme a necessidade e a maturidade de dados de cada sistema. Nenhum deles é uma ilha: todos leem e escrevem na mesma base.
Demanda e bilhetagem
Consolidação dos dados de utilização por linha, dia, faixa horária e categoria de pagamento, com histórico comparável e detecção de inconsistências na origem.
Subsídio e planilha tarifária
Compensação e projeção mês a mês, composição de custos aberta, conciliação entre planilha, nota fiscal e repasse efetivo. A memória de cálculo fica registrada, não reconstruída depois.
Camada documental
Contrato, aditivos, decretos de tarifa, legislação, metodologia e estudos técnicos versionados e publicados, com controle de vigência.
Frota e operação
Cadastro de frota por tipo de veículo, idade e vinculação a linhas, com base para verificação de cumprimento de obrigações contratuais de renovação e disponibilidade.
Portal público de transparência
A face externa do sistema: painel navegável pelo cidadão, pela imprensa, pela câmara e pelos órgãos de controle, com a mesma base que a gestão usa por dentro.
Dados abertos e integração
Publicação em formatos abertos, GTFS e integração com os sistemas já existentes de bilhetagem, monitoramento e gestão do órgão.
Implantado junto ao poder concedente e ao operador.
Fiscalizar com dado, não com impressão.
- Cumprir a obrigação de transparência do novo Marco Legal antes do prazo de junho de 2027
- Avaliar tecnicamente pedidos de recomposição com série histórica própria
- Sustentar o cálculo do subsídio diante do controle externo e da câmara
- Enxergar a rede para decidir racionalização com base em utilização real
- Reduzir a assimetria de informação em relação ao operador
Demonstrar desempenho e defender a equação.
- Comprovar cumprimento de metas quando a remuneração passar a depender de indicadores
- Manter a série histórica que sustenta um pleito de reequilíbrio no momento certo
- Reduzir o custo e o atrito da prestação de contas mensal
- Antecipar o impacto de mudanças de gratuidade, integração e política tarifária
- Chegar à mesa de negociação com o mesmo número que o concedente
Uma fonte única de verdade.
Quase todo conflito grave de contrato de transporte começa do mesmo jeito: as duas partes chegam à reunião com planilhas diferentes.
A discussão então deixa de ser sobre o mérito — se o custo é eficiente, se o reequilíbrio é devido, se a meta foi cumprida — e vira uma disputa sobre qual número é o número verdadeiro. Meses se perdem aí, e o problema real continua correndo.
O MOBIVIEW existe para eliminar essa etapa. Concedente e operador passam a olhar a mesma base, com a mesma metodologia registrada e o mesmo histórico. Isso não faz as partes concordarem — elas continuam tendo interesses distintos, e é assim que deve ser. O que muda é que passam a discordar sobre o que importa, com o dado fora da disputa.
É também por isso que a implantação é sempre customizada. Não existe sistema de transporte igual a outro: a estrutura tarifária, as categorias de gratuidade, o desenho da integração e as obrigações do contrato mudam de município para município. O que a ODN traz pronto é a arquitetura, já testada e validada em operação real. O que se constrói junto é tudo aquilo que é específico daquele contrato.
Quatro fases, começando pelo estado real dos dados.
O prazo de implantação é definido no diagnóstico e depende de uma única variável: em que estado está o dado hoje. Onde há bilhetagem eletrônica acessível, é rápido. Onde o dado está em planilha manual, a organização da base é a primeira entrega.
Diagnóstico de dados
Levantamento do que existe, em que formato, com quem e com qual confiabilidade. É aqui que o prazo e o escopo reais aparecem.
Modelagem e customização
Adequação da arquitetura à estrutura tarifária, às categorias de benefício e às obrigações do contrato daquele sistema.
Implantação e carga histórica
Integração com os sistemas existentes e reconstrução da série histórica — o ativo que só se tem se for construído antes de precisar.
Operação e capacitação
Publicação do portal, capacitação das equipes do concedente e do operador e acompanhamento contínuo, com evolução do sistema.
MOBIVIEW: perguntas comuns
O que é o MOBIVIEW?
É o sistema de gerenciamento integral do transporte coletivo desenvolvido pela equipe da ODN. Ele consolida os dados de demanda e bilhetagem, organiza a gestão do subsídio e da planilha tarifária, mantém a camada documental do contrato e publica tudo isso em um portal de transparência acessível ao cidadão e aos órgãos de controle.
O MOBIVIEW é um sistema pronto ou é feito sob medida?
As duas coisas. A base é uma solução já testada e plenamente validada em operação real, com o sistema no ar e em uso público. A implantação é sempre customizada: cada sistema de transporte tem sua estrutura tarifária, suas categorias de benefício, seu contrato e sua realidade de dados. O que não se refaz do zero é a arquitetura — o que se ajusta é tudo o que é específico daquele contrato.
O sistema é para o poder concedente ou para o operador?
Para os dois, e ao mesmo tempo. O valor do MOBIVIEW está justamente em ser uma fonte única de verdade: concedente e operador passam a discutir a partir do mesmo dado, com a mesma metodologia e o mesmo histórico. A maior parte dos conflitos de contrato de transporte começa com as partes trabalhando em planilhas diferentes.
O que o novo Marco Legal do Transporte Público exige em matéria de transparência?
A Lei 15.432/2026 amplia as obrigações de divulgação periódica de custos operacionais, arrecadação, número de passageiros e indicadores de desempenho, e vincula parte da remuneração do operador a metas de qualidade. A lei entra em vigor em 14 de junho de 2027. Na prática, o que hoje é diferencial passa a ser obrigação — e quem não tiver o dado organizado não terá como demonstrar desempenho nem sustentar recomposição. Veja o que mais muda com o Marco Legal.
Quanto tempo leva a implantação?
Depende inteiramente do estado dos dados do sistema de transporte. Onde já existe bilhetagem eletrônica com dados acessíveis, a implantação é rápida. Onde os dados estão dispersos em planilhas manuais e relatórios soltos, a primeira fase do trabalho é de organização e reconstrução da base — que é, em si, parte da entrega. O diagnóstico inicial define o prazo real.
As telas mostradas nesta página são de um sistema real?
As telas desta página são demonstrações construídas com dados inteiramente fictícios, para ilustrar as funcionalidades sem expor informação de qualquer cliente. O sistema está em operação real, com portal público no ar. Em uma conversa de diagnóstico, apresentamos o sistema em funcionamento.
Quer ver o sistema rodando de verdade?
A demonstração é feita sobre o sistema em operação e leva cerca de quarenta minutos. Antes dela, uma conversa curta para entender em que estado estão os dados do seu sistema — é isso que define se a implantação é simples ou se começa por organização de base.
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